sexta-feira, 22 de abril de 2011

Regras para manifestação

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SignWriting

Conheça um pouco de SignWriting acessando o link abaixo
                            
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Comercial Volkswagen Tiguan - Tradutor

Boas maneiras turma da monica em libras

Surdo Dum

Piada em Libras

Professores ensinará para os surdos

Sinalizado no Movimento Surdo em favor da educação e da cultura Surda

quinta-feira, 21 de abril de 2011

PROMOÇÃO POSTS

Escreva postagens ou vídeos feitos por você sobre educação de surdos, comunidade surda, identidade surda, língua de sinais, lingüística da LIBRAS, políticas educacionais e outros temas relacionados à educação de surdos  e responda a pergunta: Qual o blog que fala sobre todas as atualidades dos surdos? e CONCORRA ao LIVRO “ LIBRAS QUE LÍNGUA É ESSA?”da autora Audrei Gesser todas as postagens serão postadas no blog e a melhor ganhará o livro. Mande e-mail para: aklibras@yahoo.com.br
Promoção até 30/05/2011

Contamos com a sua participação

Momento Histórico na Educação de Surdos

Em 2011 vivemos um momento histórico na educação de surdos no Brasil. Nesse momento surdos, intérpretes, instituições, associações, ouvintes e sociedade temos que unir forças para juntos conseguirmos uma educação digna e que a comunidade surda seja ouvida, pelos governantes que desconhecem essa comunidade e que faz escolhas sem saber o que eles realmente querem. Buscando na história da educação de surdos no Brasil não tivemos momento tão importante e que está mobilizando pessoas do Brasil todo em prol de um mesmo objetivo a qualidade da educação de surdos. Temos que unir forças e juntos lutarmos por essa melhoria. Ajudem a divulgar o blog e os vídeos que mostram como os surdos estão se mobilizando para conseguir reunir milhares de pessoas em Brasília em 20 de maio de 2011.

Educação de surdos em Luanda

Luanda - O Instituto Nacional para Educação Especial procedeu esta segunda-feira, em Luanda, à abertura do segundo curso metodológico de capacitação de trinta docentes para o ensino da língua portuguesa escrita dirigido para alunos surdos, no quadro da cooperação existente com o Brasil neste domínio.
 
Em declarações à Angop, a directora geral do referido instituto, Maria de Lurdes, que efectuou a abertura oficial do curso, disse que o acto tem como objectivo capacitar docentes angolanos para a supressão de lacunas nesta vertente especializada do ensino.
 
Maria de Lurdes disse que parte do fracasso existente na transmissão de conhecimentos para alunos com necessidades especiais se deve exactamente à falta de domínio, em alguns casos, de ferramentas como a língua por parte de docentes, isto é na relação que se estabelece entre a comunicação gestual (primeira língua dos surdos) e a escrita portuguesa (segunda língua).
 
Segundo Maria de Lurdes, que considera de grande valia a inclusão de estudantes especiais no ensino geral e normal de ensino, os docentes abrangidos nesta formação de língua portuguesa para surdos devem romper as barreiras e estigmas, trabalhando arduamente para garantir a compreensão dos métodos de ensino e facilitar a inclusão dos estudantes no ensino geral.
 
Com duração de dez dias, a formação abrange professores de educação básica da rede pública de ensino que realizam atendimento educacional especializado e professores que actuam nas classes comuns do ensino regular, além de coordenadores e gestores das escolas gerais.
 
Especificamente o curso, que se enquadra no programa Escola de Todos, pretende subsidiar a prática docente para o uso e emprego do sistema Braille integral, do código matemático unificado, da orientação e mobilidade e actividade da vida diária, do ensino da língua portuguesa para surdos, da comunicação alternativa e do desenvolvimento de actividades que trabalhem os processos mentais dos alunos.

PARA REFLETIR!!!!

Lamento Oculto de um Surdo


Shirley Vilhalva


Quantas vezes eu pedi uma Escola de Surdo e você achou melhor uma escola de ouvinte.
Várias vezes eu sinalizei as minhas necessidades e você as ignorou, colocando as suas idéias lugar.
Quantas vezes eu levantei a mão para expor minhas idéias e você não viu.
Só prevaleceram os seus objetivos ou você tentava me influenciar com a história de que a Lei agora é essa...e que a Escola de Surdo não pode existir por estar no momento da "Inclusão".
Eu fiquei esperando mais uma vez... em meu pensamento...Ser Surdo de Direito é ser "ouvido"... é quando levanto a minha mão e você me permite mostrar o melhor caminho dentro de minhas necessidades.
Se você Ouvinte me representa, leve os meus ensejos e as minhas solicitações como eu almejo e não que você pensa como deve ser.
No meu direito de escolha, pulsa dentro de mim: Vida, Língua, Educação,Cultura e um Direito de ser Surdo.
Entenda somente isso!
Publicada em site, blogs e Livro Cultura Surda

Participe!!!!

Passeata Cores

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Movimento Surdo em Favor da Educação e da Cultura - Brasília ( Oficial)

MEC e INES são espertos. Cuidado!!!!!

Morcego não gostou CRUZ (positiva)

MEC enganou!!!!!!!

Onde eles vão para escola surda???

Delegado do CONAE 2010-Cristian

Fábula Os tres touros e o leão

MEC TEM CULPA OU NÃO ???

Mais vídeos

Movimento Surdo em Favor da Educação e da Cultura Surda 2011

Ato em Brasília - Divulgação para Mídia

É etica????? nao entendi

LUTAR LIBRAS BRASIL

PNE E PASSEATA "EDUCACAO DE SURDOS"

Passeata dos surdos em Brasilia



Mais vídeos sobre o movimento surdo

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MEC nao respeitou a proposta dos surdos

CONAE 2010 - PARTE 01

EUA apoio Brasil

passeata 2

Vamos movimento luta!!!!!

Pessoas de Surdos e Movimento em Brasilia

Mais vídeos mostrando a força do movimento surdo no Brasil

sábado, 16 de abril de 2011

Programação das atividades sociais na Associação dos surdos de Goiânia 2011

Fonte: Site ASG

Santa Catarina - Movimento Surdo em Favor da Educação e da Cultura Surda

Marcos Anthony, arquiteto surdo - Programa Especial

Passeata dia 20 de maio

Surdos cearenses se mobilizam para passeata em Brasília

Passe livre para surdos

Passe Livre Federal - Criado para ser utilizado exclusivamente nos ônibus que fazem trajetos interestaduais (entre estados) dentro do Brasil. Só é válido no Brasil, não podendo ser utilizado para trajetos dentro dos estados ou municípios. O Passe Livre Federal não dá direito ao acesso a ônibus dentro da cidade ou estado do Rio, somente pode ser usado, por exemplo, para trajetos entre estados, como: Rio de Janeiro - São Paulo, Rio de Janeiro - Minas Gerais ou outros.

Para maiores informações acesse o link abaixo

Professores surdos discursam sobre a educação dos surdos no Brasil-(Parte 02) COM LEGENDA

Professores surdos discursam sobre a educação dos surdos no Brasil-(Parte 01) COM LEGENDA

Movimento Surdo em Favor da Educação e da Cultura Surda 2011

Alunos com surdez são atendidos em salas regulares


Intérpretes de Libras fazem o acompanhamento durante as aulas
Cerca de 870 estudantes com deficiência auditiva, da mais leve até a surdez, estão matriculados nas escolas da rede estadual. Graças à política de inclusão, desenvolvida pela Secretaria de Estado da Educação (Seduc), esses alunos frequentam as salas comuns aos demais estudantes. Eles participam das aulas com o apoio de um intérprete que faz a tradução simultânea da fala do professor, utilizando a Língua Brasileira de Sinais (Libra). Todos os estudantes com surdez que procuram a rede pública estadual são acolhidos.

Quando o estudante com surdez chega à rede pública de educação e faz a matrícula, uma equipe multiprofissional o avalia para identificar suas necessidades e, também, potencialidades. Aqueles alunos que já conhecem a língua de sinais são acompanhados durante as aulas e capacitados em Português para Surdos - uma segunda língua, complementar ao seu aprendizado. Os que ainda não sabem a Língua Brasileira de Sinais recebem, também, a formação necessária para dominar a Libra e acompanhar a turma em que está inserido. Quando faz a matrícula de um aluno com surdez, ou com qualquer outra deficiência, a escola recebe o suporte de que precisa para garantir o processo de inclusão do aluno.

Atualmente a rede estadual conta com 440 intérpretes de Libras distribuídos em salas de mais de 320 escolas em todo o estado. São profissionais capacitados para interpretar as aulas para os alunos que recebem também apoio dos professores de recursos. Em número de 391, os professores de recursos atendem os alunos em atividades no contraturno, ensinando Libras e também Português para surdos em salas de múltiplos recursos. Esses profissionais tornam o aprendizado dos estudantes com surdez um processo natural na rede pública estadual.

Em Goiânia, se concentra o maior número de estudantes com deficiência auditiva. São mais de 100 matriculados em 28 escolas regulares. Só o Colégio Estadual José Carlos de Almeida, no centro da capital, atende cerca de 40 alunos com deficiência auditiva. Em Aparecida de Goiânia, na região metropolitana de Goiânia, 25 escolas estaduais atendem alunos com surdez. Em Trindade, o número de escolas com atendimento especial para surdos é de 22. No interior, Catalão atende estudantes com problemas auditivos em 21 escolas, Iporá atende em 20 unidades e Goianésia, em 16. Em todas as 38 subsecretarias regionais de educação há alunos com surdez sendo atendidos pelas escolas estaduais.

Além desse atendimento aos estudantes nas escolas, a Secretaria da Educação mantém em seus quadros 40 instrutores de Libras para capacitar os professores, estudantes, familiares e outros profissionais. Os instrutores são surdos, com formação superior e capacitação específica para ensinar Libras, tanto na escola quanto no Centro de Capacitação para os Profissionais da Educação às Pessoas com Surdez (CAS). Só no ano passado, o CAS prestou 400 atendimentos a pessoas interessadas em aprender a língua de sinais.

A Secretaria dispõe, ainda, de Centros de Atendimentos Educacionais Especializados (CAEE), que também oferecem cursos de Libras para alunos surdos que estudam nas escolas regulares. No contraturno, em vez de retornarem à escola, vão para essas unidades para receberem o atendimento específico. Atualmente, a rede conta com 30 CAEEs, sendo dez estaduais e 20 conveniados.

A inserção dos alunos com surdez nas salas comuns em escolas regulares é resultado dos esforços da Secretaria da Educação para oferecer na rede estadual uma educação cada vez mais inclusiva. A presença de um ou mais alunos com limitações numa sala de aula contribui para a formação de todos, despertando o respeito às diferenças e a solidariedade.
Goiânia, 13 de abril de 2011.
 Fonte: SEDUC GO

sábado, 2 de abril de 2011

S.O.S em Favor de um Biliguismo Democrático aos Surdos - Parte 2

S.O.S em Favor de um Biliguismo Democrático aos Surdos - Parte 1

Para professora, alunos não compartilham a língua nas escolas convencionais

RIO - A diretora de Políticas Educacionais e coordenadora de Ensino de Libras na Universidade Federal de Santa Catarina, Patrícia Luiza Ferreira Rezende, disse, em e-mail ao GLOBO, que é contra a forma como o Ministério da Educação executa a política de educação especial no país. "Infelizmente, a Lei da Libras, o decreto e a Convenção Internacional dos Direitos das Pessoas com Deficiência não têm sido cumpridos a contento pelo MEC. A atual política de inclusão insiste em colocar crianças surdas junto com as ouvintes, sem haver um compartilhamento linguístico entre elas. Nesses espaços, as crianças surdas oriundas de famílias ouvintes não adquirem sua língua natural de forma espontânea, como as crianças ouvintes que compartilham a mesma língua da sua família interagindo e obtendo informações e, assim, construindo o conhecimento de mundo, que é aprofundado na escola. Como haver inclusão se não há aquisição linguística pela criança surda?"
Em seguida, a professora, que é surda-muda, explica como o portador de surdez encara o aprendizado do português: "A língua de instrução utilizada em todos os espaços da escola inclusiva é o português. No máximo, os alunos contam com a presença de intérpretes de língua de sinais durante as aulas, o que muitas vezes torna inviável o ensino, já que a criança surda nem sequer domina Libras, muito menos possui conhecimento prévio do mundo por meio de língua nenhuma. Mas a metodologia de ensino continua sendo a mesma para surdos e ouvintes. O português é ensinado como primeira língua aos surdos, descumprindo a legislação."

Fonte: Site O Globo

Leia artigo da pedagoga Patrícia Rezende sobre política de inclusão

RIO - Leia, na íntegra, o artigo da pedagoga Patrícia Rezende sobre políticas de inclusão de surdos em escolas convencionais:
Infelizmente, a Lei da Libras, o decreto e a Convenção Internacional dos Direitos das Pessoas com deficiência não têm sido cumpridos a contento pelo Mec. A atual política de inclusão insiste em colocar crianças surdas junto com as ouvintes sem haver um compartilhamento linguístico entre elas. Porque nesses espaços as crianças surdas oriundas de familia ouvintes não adquirem sua língua natural de forma espontânea como as crianças ouvintes que compartilham a mesma língua da sua familia interagindo e obtendo informações e assim construindo o conhecimento de mundo que é aprofundado na escola. Como ter inclusão se não há aquisição linguística pela criança surda?
A língua de instrução utilizada em todos os espaços escolares da escola inclusiva é o português. No máximo, os alunos contam com a presença de intérpretes de língua de sinais durante as aulas, o que muitas vezes torna inviável o ensino já que a criança surda nem sequer domina Libras e muito menos possui conhecimento prévio de mundo por meio de língua nenhuma. Mas a metodologia de ensino continua sendo a mesma para surdos e ouvintes. O português é ensinado como primeira língua aos surdos descumprindo a legislação. O próprio Mec se contradiz ao apoiar uma lei que prevê ensino de português para surdos como segunda lei, mas na prática o fazer como ensino de primeira língua.
Além disso, muitas vezes a criança surda é a única na sala, permancendo isolada de seus colegas ouvintes. Mesmo que a escola ofereça curso de Libras às crianças ouvintes, elas não interagem na sua totalidade com as crianças surdas. E os surdos deixam de ter estímulos linguísticos em Libras o que traria o desenvolvimento na etapa de alfabetização adequado. Percebemos o fracasso da escola inclusiva nitidamente ao avaliar o desenvolvimento dos surdos. Temos duas pesquisas, uma feita pela USP e outra pela UFSC que provam esse fracasso. Segundo a pesquisa de mestrado da professora Mariana Campos, da UFsCar, 50% dos alunos de uma escola inclusiva se sentem tristes e frustrados por não encontrarem artefatos da cultura surda na escola.
O discurso do Mec acusa as escolas de surdos de serem segregacionistas. Isso é uma falácia. Cada vez mais, ganha força a tese de que a segregação é promovida pelas políticas educacionais que reconhecem diferentes línguas e culturas. O argumento é plausível, pois recorre à ideia de que, se queremos unir as pessoas, devemos colocá-las juntas e não separadas. Apesar de ser aparentemente aceitável, essa concepção de inclusão rejeita as diferenças culturais dos surdos e as especificidades linguísticas. Existe o imaginário de que basta colocar um intérprete na sala de aula, uma muleta para o aluno surdo, e estaremos promovendo a inclusão e o bilinguísmo. A maioria dos pesquisadores da área defende que reunir surdos em uma mesma escola ou sala de aula não significa separá-los do mundo ou torná-los mais dependentes. Ao contrário, os ambientes linguísticos que favorecem a vivência de uma língua de maneira espontânea fazem com que os sujeitos se tornem mais autônomos, pois eles alcançam o conhecimento de maneira mais rápida e eficaz. A experiência linguística plena faz com que as pessoas se sintam seguras nas interações sociais e na relação com seus pares. Além disso, quanto maior o desenvolvimento linguístico dos sujeitos, maior a capacidade de buscar conhecimento e de utilizá-lo livremente no seu cotidiano. Eles podem, de maneira independente, transitar no mundo e compreendê-lo. Assim, o conhecimento de mundo adquirido pelos surdos por meio uma língua natural, a Libras, seria mais eficiente.
Fonte: Site O Globo

Estudante surdo processa faculdade por falta de intérprete em sala de aula

RIO - Defendida pelo Ministério da Educação, a política de inclusão de alunos com necessidades especiais na rede regular de ensino é mais complicada do que sugere a teoria. Surdo, o estudante de administração Diego dos Santos Daris, de 21 anos, move uma ação na 3ª Vara Cível de Campo Grande, na Zona Oeste, contra uma faculdade por não dispor de intérprete adequado em Língua Brasileira de Sinais (Libras). Mas a dificuldade de Diego, hoje instrutor de Libras numa escola municipal do bairro, começou bem antes.
Durante a infância, na falta de um alfabetizador que soubesse a língua de sinais, Diego aprendeu a ler e escrever por esforço da mãe, Leila dos Santos. Durante todo o período em que o filho estudou na rede municipal do ensino fundamental, coube a ela repassar as lições em Libras.
Hoje sei que a rede municipal dá mais acompanhamento. Mas, naquela época, tive que ensinar tudo a ele nas oito séries
- Hoje sei que a rede municipal dá mais acompanhamento. Mas, naquela época, tive que ensinar tudo a ele nas oito séries - conta Leila.
No ensino médio, Diego teve a sorte de se matricular no Colégio Albert Sabin, da rede estadual, em Campo Grande, onde havia profissionais capacitados em Libras - época em que ele "deslanchou", nas palavras da mãe.
Os problemas voltaram no ano passado, quando Diego começou o curso de administração do Centro Universitário Moacyr Bastos, também em Campo Grande. Havia uma intérprete contratada pela instituição, mas ela, por ser também aluna, não dava atenção exclusiva ao rapaz.
- A intérprete passou a faltar às aulas. Ele voltava com dor de cabeça de tanto tentar acompanhar a leitura labial - conta a mãe.
Instituição alega que houve problema pessoal
Segundo a reitoria da Moacyr Bastos, a faculdade tem dez anos de experiência com alunos com necessidades especiais. Para a instituição, o que ocorreu com o aluno foi um problema pessoal com a intérprete.
Diego se comunica por meio da Libras, língua que teve como berço o Instituto Nacional de Educação de Surdos (Ines), em Laranjeiras. A notícia de que o Ines estava ameaçado de fechar causou indignação ao estudante de administração, mesmo sem nunca ter frequentado a instituição de 154 anos.
- Diego disse que não era possível fechar o Ines, pois era uma referência cultural para todos os surdos - interpretou a mãe, ao lado do filho. 
Fonte: Site O Globo